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Colégio Monsenhor

Colégio Monsenhor

Preocupação com o Aprender a Pensar!

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Justificativa

Os dirigentes do Colégio Monsenhor Alexandre e de sua mantenedora já se conscientizaram da vocação desta instituição de ensino, inclusive na área da saúde, que oferece curso desde 1969. Retomando um pouco à história de Mauá, voltamos aos anos 50 quando Monsenhor Alexandre, então pároco da Igreja Matriz Imaculada Conceição, criou o Colégio que deveria ter um cunho comunitário, atender aos necessitados e oferecer cursos profissionalizantes voltados para trabalhadores da região. Assim foi instalado o Curso de Aprendizagem de Enfermagem na Escola de Enfermagem “Imaculada Conceição” e mais tarde, em 1981, com apoio de toda a comunidade paroquial, representada pelo “CASSIC”, foi instalado o Colégio “Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas”, tendo na oportunidade se aglutinado à então Escola de Enfermagem, formando com ela um só conjunto.

 Desde muito cedo ficou claramente estabelecido que a excelência de ensino seria condição primordial da escola. Em uma etapa posterior com as fundações ideológicas bem estabelecidas, o projeto do Colégio foi levado ao Conselho Superior do “CASSIC”, que o encampou com entusiasmo e repassou-o para a Comunidade Paroquial. Monsenhor Alexandre iniciou as atividades as quais deram continuidade, Dom Jorge Marcos de Oliveira, Cônego Belisário Elias de Sousa e Padre Nelson Roselli Filho num trabalho que tem uma ampla visão de futuro. Com todo esse apoio não foi difícil levar a ideia avante, sendo todos os empecilhos removidos com ajuda e a boa vontade de todos que a abraçaram. A partir de então, em função da realidade de Mauá, os objetivos passaram a ser redefinidos, pois parece natural que havendo um Colégio comunitário que atenda as crianças em faixa etária escolar, estaremos contribuindo para fixar em Mauá os estudantes que procuram escola do mesmo tipo nas outras cidades vizinhas. Assim, nossos alunos estão em iguais condições de competir com alunos oriundos de escolas congêneres para ingressar em estudos superiores.

Queremos também levar em consideração a procura de alunos egressos do nosso curso de Auxiliar em Enfermagem e de outras escolas, ainda mais tendo conhecimento, através do Ministério da Saúde, que a função do auxiliar em enfermagem será necessariamente transportada para o técnico em enfermagem. Por outro lado nossa cidade localiza-se numa região com mais de um milhão de habitantes, um número considerável de hospitais e clínicas e, portanto, nosso Colégio está inserido num contexto onde há um grande mercado de trabalho. Notamos ainda que o trabalho na área da saúde é extenso; acompanhamos junto aos órgãos públicos a necessidade de mão-de-obra ainda mais qualificada. Estamos cientes de que devemos preparar nossos alunos para pleno exercício de suas funções mentais, cognitivas e sócio-afetivas, com capacidade de aprender com autonomia e assimilar o crescente número de informações, adquirir novos conhecimentos e habilidades e enfrentar situações inéditas com dinamismo, flexibilidade e criatividade. Concluindo, enfatizamos que o Colégio Monsenhor Alexandre tem condições de oferecer o Curso pois encontra-se no ramo há um bom tempo e possui profissionais habilitados e registrados no COREN (Conselho Regional de Enfermagem).

 

 

 

Monsenhor Alexandre

Alexandre Venâncio Arminas nasceu na Lituânia em 02 de dezembro de 1908 e seus pais foram João Arminas e Ana Arminas. Lá fez seus estudos, que continuou por toda a vida. Falava vários idiomas. Na Lituânia trabalhou como vigário cooperador e veio para o Brasil em 1931. Aqui no Brasil foi capelão da colônia lituânia em São Paulo, trabalhou como cooperador da igreja de Santo Antonio, do Pari. Foi redator cooperador da igreja São Cristóvão no Bairro da Luz, também na capital.

Foi em seguida vigário de Joanópolis, onde reformou a Igreja da cidade. Foi para Piracaia, onde também reformou a Igreja, sendo depois transferido para Itapecerica da Serra.

A arquitetura foi, durante toda a sua vida, um grande centro de interesse, pois dedicava-se à reforma e construção de igrejas pensando pessoalmente nos efeitos arquitetônicos a conseguir.

Veio para Mauá e foi vigário da Igreja Matriz Imaculada Conceição de 20 de junho de 1954 até 06 de junho de 1975, quando faleceu. Monsenhor Alexandre (como já foi designado mais tarde) deixou em Mauá um grande número de obras. Foi antes de tudo um grande artista e um poeta lituano, considerado hoje como um dos maiores poetas de sua terra. Entre os seus trabalhos em nossa cidade se destacam a Igreja Matriz de Mauá, que é toda revestida de pedras vindas de várias regiões brasileiras, sendo o corredor central revestido de granito vermelho, rocha encontrada aqui em Mauá, e ladeado por granito cinza. Na Igreja Matriz as pedras formam um resumo das rochas encontradas em vários estados brasileiros.

O belíssimo altar foi inaugurado no dia 1º de janeiro de 1958, onde se encontra a imagem da padroeira, toda esculpida em bloco de 5 mil quilos que representa Nossa Senhora Imaculada Conceição esmagando a cabeça da serpente, que engole uma maçã, abaixo as palavras “Sicut Lilium” que significa “Assim como os Lírios”. “Monsenhor Alexandre fundou o primeiro coral Mauaense”, e foi fundador da Banda Imaculada Conceição. Ambos, Coral e Banda são respeitados em todo o Estado de São Paulo como sendo de elevado nível artístico e detentores de grande número de prêmios.

Incansável, ele construiu a casa paroquial e parte da escola que funciona ao lado, que começou com o antigo primário para as crianças do bairro e mais tarde foi seu ideal fazer da escola a primeira escola de Enfermagem da região, originando o Colégio Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas.

Ao morrer, suas últimas palavras foram “Diga ao povo de Mauá que os amei até o fim”. Seu corpo foi sepultado inicialmente no Cemitério da Saudade e após cinco anos foi transladado para a Igreja Matriz, onde se encontra sepultado no batistério, num enorme bloco de pedra esculpido, sua última obra.

 

 

 

 

 

Educação Infantil

Educação Infantil, de 4 a 6 anos de idade, reconhecida pela Portaria de 29/12/2000, publicada no D.O.E de 26/12/200, pág. 23. Artigos 29 a 31 da Lei 9394/96.
Neste nível a escola exerce influência não só na transmissão do saber científico, organizado culturalmente, como também nos aspectos relacionados ao processo de socialização das crianças, como desenvolvimento das relações afetivas, ampliação da capacidade de comunicação, habilidade de participar em situações sociais,desenvolvimento de condutas pró-sociais e até da própria identidade pessoal (autonomia, autoconceito, cidadania e auto-estima).

Tendo em mente o bom relacionamento da criança com o meio e com os adultos, levando em consideração as características inerentes à mesma, apontamos para a importância da tolerância com as crianças, tanto por parte da família quanto da escola. Tal tolerância para nós, consiste em respeitar os sonhos, os desejos, as ambições, os pensamentos e as fantasias, quando demonstrados dentro dos meios simbólicos apropriados. Entendemos que é de competência da família e da escola a função de conter os impulsos e de oferecer alguns espaços para que os desejos, as angústias e as sensações da criança possam encontrar uma estruturação adequada. Para tanto é necessário que se coloque limites e que esses sejam respeitados.

 

Os alunos desenvolvem as competências da comunicação e a expressão linguística, em português e inglês, matemática, artística e, especialmente, a reunião de todas elas, em uma atmosfera digital deixando o aprendizado agradável e muito mais curioso.

 

 

Ensino Fundamental

Ensino Fundamental, reconhecido pela Portaria de 16/08/83, publicada no DOE de 20/08/83; Artigos 32, 33 e 34 da lei 9394/96. O Ensino Fundamental, com duração mínima de nove anos e organizado em anos escolares anuais, tem por objetivo a formação básica do cidadão mediante:

  • O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como básico o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
  • A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
  • O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
  • O fortalecimento dos vínculos da família, dos laços de solidariedade humana, e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social .
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