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Itens filtrados por data: Junho 2020 - Colégio Monsenhor

Educação em tempos de pandemia, o que fazer?

Após a suspensão das aulas por conta da pandemia do COVID-19 o Brasil e o mundo passaram a vivenciar uma nova experiência escolar desde a educação infantil até o ensino superior: as aulas online.

Todo esse processo não está sendo fácil, e é um grande desafio para pais, professores, instituições de ensino e alunos. Precisamos compreender que a educação, por ser construída histórica e socialmente, se faz principalmente na relação estabelecida entre os pares e esse aspecto é o que tem sido experimentado de forma diferente, à distância. Além disso, ninguém estava preparado para o que aconteceu.

Quando a criança vai à escola, ela não vai apenas aprender conteúdos didáticos, mas ela vai desenvolver outros aspectos dos quais tem sido privada, como relacionar-se com colegas e professores, brincar, aprender regras sociais, entre tantos outros; e é desse currículo oculto que ela sente saudade.

Podemos ainda pontuar que as crianças de hoje não foram preparadas para ter autonomia, responsabilidade e dar conta sozinha de suas tarefas, necessitando do apoio em tempo integral dos pais enquanto assistem as aulas, o que dificulta a rotina cotidiana e de trabalho dos adultos.

Como temos visto nas redes sociais, os professores viraram youtubers, os pais viraram professores, e algumas escolas ainda pensam em apenas dar conta de um conteúdo que muitas vezes não está voltado para a realidade das crianças e de suas famílias.

Além de tudo isso, temos as crianças com distúrbios de aprendizagem, deficiências sensoriais e físicas, quadros de desatenção e hiperatividade, transtorno do espectro autista e outras características que pedem um atendimento individualizado, que se na escola ocorria, no modo online está muito difícil de ser atendido.

Colocando ainda mais dificuldades nessa nossa realidade atual, temos os alunos que não tem acesso à tecnologia digital, não tem computador ou celular, não tem internet. Professores também que não dispõem dessa tecnologia ou mesmo não foram capacitados para utilizá-las.

 

O que fazer então frente todas essas dificuldades?

Em primeiro lugar, pais e professores, devem tirar o foco apenas do conteúdo escolar, há muitas coisas que a criança pode aprender e que levará para toda sua vida, além disso, na rotina da casa também pode ter português, matemática, história, geografia e ciências. E o conteúdo do vestibular? Ah, esse ela tem a vida toda para aprender.

Trabalhar a autonomia das crianças, acreditar que são capazes, torná-las autoras da sua aprendizagem, estar perto sem fazer por elas, é o grande desafio. Se feito assim, as aulas online serão realizadas de maneira leve, até divertida, pois é um momento de encontro com os amigos e professores. As birras das crianças ocorrem quando não conseguem compreender a importância e o porquê do que fazem, se frustram, não se sentindo apoiadas.

Dar responsabilidades dentro do que a idade da criança permite, nas tarefas escolares e na rotina da casa. Compreender qual é o seu limite e o limite do seu filho é fundamental. Escolha as batalhas pelas quais vale a pena brigar. Sua principal arma deve ser o diálogo, conversar com as crianças é importante para que compreendam o que estão vivendo e se sintam seguras.

Os professores devem trabalhar de maneira lúdica, sem pressionar a criança ou a família, apresentando o conteúdo que julga necessário, mas compreendendo que vivemos um momento diferente, e que quando tudo passar, e vai passar, conteúdos podem ser retomados e aprendidos. Compreensão, empatia, escuta da criança e da família devem ser as palavras de ordem.

Enfim, podemos viver a educação online de maneira a ensinar para os nossos filhos/alunos que a vida muitas vezes muda nossos planos, que precisamos ser flexíveis e nos adaptar, e que podemos enfrentar a nova realidade com união e diálogo. Essa deve ser a lição para aprender!

Para refletir, deixo essa bela fala de Rubem Alves:

"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria
sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".

 


GLEIDIS ROBERTA GUERRA

Fonoaudióloga, Pedagoga e Neuropsicopedagoga
Especialista em Distúrbios do Desenvolvimento
Especialista em Libras e educação especial
Especialista em Autismo
Mestre em Distúrbios da Comunicação Humana
Contato – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. - 99977.7766

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As notícias que queremos contar

Há alguns dias atrás, a Kátia (Coordenadora Pedagógica) nos indicou uma live sobre a plataforma PADLET, achei bastante interessante e propus aos alunos do 1º ano em Produção de texto que finalizássemos o assunto NOTÍCIAS, que estávamos estudando, produzindo a manchete e o lide de uma notícia de algo muito bom que aconteceu para a humanidade e que deveria ser divulgado (essa notícia poderia ser algo real ou desejado).

O nome do nosso Padlet é “AS NOTÍCIAS QUE QUEREMOS CONTAR”.

O Padlet é como se fosse um mural virtual, onde é exposto o trabalho dos alunos, achei bem legal, pois os alunos e o professor podem fazer comentários e curtir o trabalho dos outros.

Segue o link da minha página para quem quiser apreciar as notícias (manchete e lide) produzidas pelos alunos, sintam-se à vontade para curtir e comentar.

https://padlet.com/marcianaalvestavares/sytq830w1oke46ca

 

Professora Marciana Tavares

 

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14º Desafio de Redação Diário do Grande ABC

Escreva sobre o tema e concorra a vários prêmios!

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 31 de julho.

O tema da redação para essa edição é As Lições da Pandemia para a Construção de um Futuro Melhor, que acompanha o cenário atual de pandemia que o País vem sofrendo. Diante disso e das medidas sanitárias adotadas pelas autoridades, diferente das edições anteriores do concurso, os alunos poderão se inscrever pelo hot-site.

Clique no link: www.dgabc.com.br/desafioredacao

Podem participar alunos de escolas públicas e particulares do Grande ABC, do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, além dos matriculados na EJA (Educação de Jovens e Adultos) e telessalas. Eles serão divididos em quatro categorias, de acordo com a série que estão cursando. Professores também podem participar!

O Desafio de Redação é uma realização do Diário e USCS Universidade Municipal de São Caetano), com patrocínio do Cemitério Vale dos Pinheirais e apoio institucional do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental).

Boa sorte!

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Estratégias para minimizar os efeitos do Estresse!

Os efeitos do estresse podem ser sentidos durante este difícil período que estamos enfrentando por conta da pandemia de Covid-19.


Portanto cabe aqui clarificar e esclarecer informações a cerca do estresse, bem como elencar principais sintomas e formas de minimizar os seus efeitos.


O estresse é definido como um estado de esforço do organismo para adaptar -se as situações que ameaçam a vida ou o equilíbrio interno.


Estresse é um sentimento normal, ele pode, inclusive, ajudar uma pessoa em seu dia a dia, melhorando seu desempenho no trabalho, nos estudos, estimulando o cérebro e as defesas do organismo.


No entanto, quando o estresse é muito grande, você pode senti-lo em seu corpo, na mente e no comportamento por meio de algumas reações específicas.

Efeitos do Estresse no corpo:
Enxaqueca, dor no peito, taquicardia, fadiga, dor no estômago, náusea, constipação, diarréia, tremores no corpo, problemas para dormir, alergias na pele (vermelhidão), boca seca, maxilar tensionado.


Efeitos do Estresse no emocional:

Irritabilidade, ansiedade, inquietação, indisposição, falta de motivação, falta de concentração, angústia, tristeza, mal-estar.


Efeitos do Estresse no comportamento:

Dificuldades em processar as situações de forma tranquila, reações explosivas, acessos de raiva, alimentação desregrada, distúrbios do sono, comportamentos destrutivos, indisposição para fazer exercícios físicos e ou atividades do dia a dia.


Vale lembrar que sintomas não são transtornos. E muito desses são aceitáveis frente a essa situação anormal que estamos vivendo.


Estratégias para lidar com os sintomas do estresse:


1- Lembrar o propósito do distanciamento social!
Evitar a disseminação do vírus e salvar vidas.


2- Eleger canais de comunicação de confiança!
Buscar informações sobre a Covid-19 em fontes seguras, evitando, informações distorcidas e fake News.
Limitar o tempo gasto para esse propósito.


3- Parar de pensar no que estaria fazendo em tempos normais e focar no presente!
Criar uma rotina diária com horários para dormir, alimentação, atividades de trabalho, estudo e lazer.
Isso ajuda a estruturar o dia e mantém a sensação de controle e produtividade.


4- Praticar o autocuidado tornou-se obrigação!
Prestar atenção em seus próprios sentimentos e emoções (nunca ultrapassar os limites).


5- Praticar atividade física! Movimentar o corpo ajuda na circulação sanguínea, oxigena o cérebro, fortalece o coração, além de ser ótimo para extravasar as energias negativas.


6- Praticar respirações!
Acalma a mente, reduz a tensão muscular, promove relaxamento, melhora o foco, atenção e a percepção.


7- Praticar exercícios cognitivos!
Mantém a mente ativa e estimulada, ex: cursos on-line, jogos, palavras cruzadas, livros, etc.


8- Cuidados com a alimentação!
Buscar fazer uma alimentação saudável e equilibrada.
Alimentos como banana, iogurte natural, folhas verdes, chás calmantes, peixe, cereais e leite, por exemplo, possuem propriedades específicas que ajudam a aliviar o estresse.


9- Enxergar pontos positivos!
É um bom momento para desenvolver novas habilidades ou um hobbie, aprender a cozinhar, dançar, desenhar, você pode se descobrir com novos talentos que nunca imaginou ter.


10- Estabelecer um tempo de convivência com os moradores da casa!
Estabelecer horários para as refeições , conversas, brincadeiras, jogos, o que fizer mais sentido para a família.


11- Manter contato virtual com amigos e parentes que estão fora do convívio social!
O Distanciamento social é físico e não afetivo.
Manter o contato por mensagens, telefonemas, chamadas por vídeo, são importantes para manter ativa a rede socioafetiva.


12- Não se preocupe excessivamente!
Procure ocupar a mente com coisas prazerosas e que lhe tragam alegria para esquecer-se das preocupações.

Avaliar com cuidado com o que realmente vale a pena gastar tempo se preocupando.


Quanto mais cedo você procurar reduzir o estresse em sua vida, maiores são as suas chances de evitar o comprometimento de sua saúde física e mental.

 

Andréa Oliveira

Psicóloga Escolar

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Como seu corpo reage ao friiiiio!

Mais vontade de fazer xixi!

Como transpiramos menos, os rins e a bexiga precisam trabalhar mais para eliminar o excesso de líquido do organismo. Por isso a vontade de ir ao banheiro com frequência.

Proteção

Os pelos arrepiam para deixar a pela menos exposta ao frio.

Treme-treme

Assim como os dentes, o corpo inteiro treme para gerar energia e calor suficientes para manter a temperatura interna e evitar a hipotermia.

Aquecimento

Gordinhos sentem menos frio do que os magrinhos, porque as camadas adiposas ajudam a reter o calor do corpo.

Que preguiça!

Sentimos mais sono no inverno porque a produção da melatonina, hormônio ligado ao sono, é estimulada pela escuridão dos dias mais curtos.

Fome

Nosso corpo precisa manter a temperatura constante. No inverno, perdemos calor para o ambiente externo. Por conta disso, o organismo precisa de mais calorias para se manter aquecido, aumentando o apetite.

Camaleão humano

Às vezes a sua boca fica roxa, mesmo sem você ter passado batom? É que as veias se contraem para evitar a perda de calor. Por isso às vezes as pessoas ficam mais pálidas e a boca e a região das unhas podem mudar de cor.

Humor

Ficamos mais tristes e isso também está relacionado à produção do hormônio melatonina, associado à depressão. Os dias mais curtos, com menos luminosidade, também interferem na produção de serotonina, neurotransmissor ligado ao humor, que é estimulado nos dias de sol.

20 de junho – Início do Inverno

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Você sabe como se fala?

Em cada lugar do Brasil, um jeito próprio de falar o nome da mesma coisa.

Mandioca - São Paulo e Mato Grosso
Aipim - Rio Grande do Sul,
Bahia, Rio de Janeiro e Santa Catarina
Macaxeira - Pernambuco, Acre e Amazonas

Mosquito ou Pernilongo - São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul
Carapanã - Pará, Amazonas e Roraima
Muriçoca - Espírito Santo, Pernambuco e Alagoas

Pipa - São Paulo
Cafifa - Rio de Janeiro
Pandorga - Mato Grosso do Sul
Arraia ou Piriquito – Bahia

Pãozinho - São Paulo
Carioquinha - Ceará
Pão Jacó - Sergipe
Pão Careca – Pará

Bala - São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina

Bombom - Maranhão, Pará e Piauí
Caramelo - Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás

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